Oi gente, como vocês estão? Eu estou bem e finalmente de volta! A viagem foi ótima, cheia de aventuras e muito cansaço mas valeu a pena. Pra quem não sabe eu nasci em Manaus mas saí de lá com pouco mais de cinco anos e não retornei mais. Antes de irmos fizemos uma boa pesquisa para saber quais pontos turísticos nós iríamos visitar. Como foram apenas nove dias, então tinha que ser os melhores. Já ouvi muita gente dizer que Manaus não tem muito o que se ver, na verdade tem bastante! Apesar de não ter praias, Manaus tem pontos históricos maravilhosos e é isso que eu vejo como importante em uma cidade, e não praias. Bom, essa postagem terá várias etapas porque não dá pra mostrar tudo em uma só, então hoje vamos começar com o PASSEIO DE BARCO PELO RIO NEGRO!


Como falei, o dia começa saindo do porto de Manaus e tem uma longa viagem pelo Rio Negro. Nossa primeira parada será na tribo indígena.


Inaugurada no dia 24 de outubro de 2011, a Ponte Rio Negro, que liga a cidade de Manaus ao município de Iranduba, já é uma das principais atrações turísticas da capital amazonense. A ponte oferece uma belíssima visão panorâmica do impressionante rio Negro, o maior rio de águas negras do mundo! No momento ele passa por um período de seca mas ele pode subir bastante e a vista da ponte ficar ainda mais linda. É considerada a maior ponte fluvial e estaiada (suspensa por cabos) do Brasil, com 3,6 quilômetros de extensão (3.595 metros). É também a segunda maior ponte fluvial no mundo, superada apenas pela ponte sobre o rio Orinoco, na Venezuela. Outro dado que impressiona é o valor da obra: mais de R$ 1 bilhão.


Como falei, nossa primeira parada foi na tribo Tukana. Depois de uma longa e gostosa viagem pelo Rio Negro, tivemos que descer e andar um pouco no sol caloroso do Amazonas. 



Gente tava muito quente, vocês não tem noção rsrs


Fomos recebidos em uma grande oca, onde os rituais são realizados com a presença do cacique. Na entrada já prestamos atenção nos artesanatos e também na simpatia de alguns índios que já nos aguardavam.


O som dos instrumentos de sopro e a batida sincronizada de tambores, pés e chocalhos golpeavam meu corpo e deixavam, aos poucos, uma sensação de relaxamento, como se minha alma estivesse sendo massageada pelo impacto daquelas ondas sonoras. 


No final do ritual, cada um foi cortejado por um índio e convidado a se juntar à dança. Os passos bem marcados e simples escondiam a meditação produzida pela repetição. 


A pequena aldeia Tukano vem se beneficiando com o turismo vendendo artesanato e recebendo visitantes interessados em seus costumes.






Os índios são simpáticos e as índias um pouco cismadas rsrs Mas todos nós fomos muito bem tratados. Nos sentimos acolhidos e amamos conhecer um pouco sobre a cultura deles. Povos que devemos respeitar e preservar. Vejam mais fotos!








Um dos momentos mais aguardados do passeio é o banho com os Botos Cor de Rosa. Próximo ao lago de Paricatuba, no Rio Negro, alguns botos foram praticamente “domesticados” por uma família ribeirinha. Antes de descermos na água, recebemos várias orientações, como não pular na água, não bater os pés, nem tocar o orifício respiratório dos botos, tudo para não machucarmos os animais e nem sermos machucados por eles. Mas, cadê os bichinhos?


Não, eles não apareceram (buá) Esse é o problema da seca. De acordo com o guia, como o Rio Negro está com a profundidade bem baixa, os botos sentem mais facilidade em conseguir peixes e assim, não aceitam os que são oferecidos durante o passeio para que eles se aproximem de nós. Porém fomos compensados com o delicioso banho no Rio Negro. Água calma, sem sal (eba!), temperatura gostosa demais e uma paisagem encantadora. A profundidade era mais ou menos 4 metros mas todos eram obrigados a entrar com colete.


Depois dos índios e botos, hora do almoço. Nossa próxima parada é no restaurante flutuante mas que, infelizmente não está mais sobre as águas. Porém o contato com a natureza continua e o local é super agradável! 







Além do almoço delicioso, ainda contamos com uma pequena feira de artesanato local e contato com alguns bichinhos selvagens. 







Meu amor foi corajoso... Eu não rsrs


Dá pra perceber que eu estou com medo? 

E para finalizar o passeio nada melhor de darmos uma parada em um dos fenômenos mais lindos do mundo: o encontro da águas. 



Um dos espetáculos naturais mais conhecidos e bonitos de Manaus, o Encontro das Águas ocorre no ponto em que os cursos dos Rios Negro e Solimões se juntam para formar o Rio Amazonas. 



Esse fenômeno acontece pela diferença de: densidade, velocidade, profundidade e temperatura. A temperatura e densidade das águas e, ainda, à velocidade de suas correntezas: o Rio Negro corre cerca de 2 km/h a uma temperatura de 28°C, enquanto que o Rio Solimões corre de 4 a 6 km/h a uma temperatura de 22°C. Sobre a profundidade, o Rio Negro pode chegar à 100m e o Solimões à 50m. 



Gente esse foi apenas a primeira etapa da minha viagem à Manaus. Recomendo fazer esse passei nem que você passe um dia na cidade, vale muito à pena. É super fácil de conseguir, basta chegar no porto de Manaus e lá você encontrará diversos guias com vários passeios para fazer. 

Até a próxima parada! 







2 Comentários

  1. Menina estou aqui babando por as fotos dessa viagem. Só pelas fotos já dá pra sentir as maravilhas dessa viagem. Estou apaixonada. Eu acho o encontro das águas a coisa mais linda, um dia ainda vejo pessoalmente <3

    Quero mais fotos e mais posts sobre essa viagem logo ein!
    Beijos!

    www.crescendoemflor.com

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    1. Hahahaha obrigada, flor! Não se preocupe que todas as fotos serão postadas!
      O encontro das águas é emocionante, fiquei arrepiada rsrs

      Beijos!

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